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Engenharia Civil
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" Ocorre que somos uma categoria desunida. Enquanto existem 2.800 entidades representativas das diversas modalidades profissionais, a maioria com representação exclusiva e outra multiprofissionais, existem apenas 14 ABENC estaduais e outras 3 entidades, as únicas que representam exclusivamenteos engenheiros civis. Ou ocupamos o espaço que nós é devido ou passaremos a ser espectador de nossa exclusão " Enéas Cardoso de Almeida Filho - Presidente da ABENC/BA
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Vocabulário Técnico

ABAULAR. Dar forma curva, arqueada, a uma superfície, a fim de proporcionar melhor escoamento da água ou acabamento estético.


ABATIMENTO. Ensaio normalizado para a determinação da consistência do concreto e que permite verificar se não há excesso ou falta de água no concreto.


ABRASÃO. Desgaste causado nas superfícies pelo movimento de pessoas ou objetos.


ACABAMENTO. Remate final da estrutura e dos ambientes da casa, feito com os diversos revestimentos de pisos, paredes e telhados.


ACETINADO. Todo o material tratado para ter textura semelhante ao cetim.


ADENSAMENTO. No caso específico de concreto, é um processo manual ou mecânico para compactar uma mistura de concreto no estado fresco, com o intuito de eliminar vazios internos da mistura (bolhas de ar) ou facilitar a acomodação do concreto no interior das formas.


ADITIVOS. O mesmo que adjuvante. Substância adicionada a uma mistura de cimento portland, intencionalmente, com o objetivo de modificar uma ou mais características. AFAGAR. Nivelar, aplainar, desbastar saliências ou alisar madeiras.


AGREGADO. É o material mineral (areia, brita, etc.) ou industrial que entra na preparação do concreto.


ÁGUA DO TELHADO. Cada uma das superfícies inclinadas da cobertura, que principia no espigão horizontal (cumeeira) e segue até à beirada.


ÁGUA-FURTADA. Vão entre as tesouras do telhado. Ângulo do telhado por onde correm as água pluviais. Sótão com janelas que se abrem sobre as águas do telhado. ÁGUA-MESTRA. Nos telhados retangulares de quatro águas, é o nome que se dá às duas águas de forma trapezoidal. As duas águas triangulares chamam-se tacaniças.


ALÇAPÃO. Portinhola no piso ou no forro que dá acesso a caves ou sótãos.


ALÇAR. Levantar a parede, construir.


ALMOFADA. Na marcenaria e carpintaria, peça com saliência sobreposta à superfície.


ALPENDRE. Cobertura suspensa por si só ou apoiada em colunas sobre portas ou vãos. Geralmente, fica localizada na entrada da casa. Aos alpendres maiores dá-se o nome de varanda.


ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO. Documento emitido pela autoridade municipal onde a construção está localizada, que licencia a execução da obra.


ALVENARIA. Conjunto de pedras, de tijolos ou de blocos - com argamassa ou não - que forma paredes, muros e alicerces. Quando esse conjunto sustenta a casa, ele chama-se alvenaria estrutural. O próprio trabalho do pedreiro.


AMARRAS. Cordas, correntes e cabos de aço que se destinam a amarrar ou prender equipamentos à estrutura.


AMIANTO. Tem origem num mineral chamado asbesto e é composto por filamentos delicados, flexíveis e incombustíveis. É usado na construção de refractários e na composição do fibrocimento.


ANCORADA (ANCORAR). Ato de fixar por meio de cordas, cabos de aço e vergalhões, propiciando segurança e estabilidade.


ANDAIME. Plataforma usada para alcançar pavimentos superiores das construções.


ANODIZAÇÃO. Tratamento químico no alumínio que lhe confere aparência fosca e cores variadas.


ANTE-PROJETO. Primeiras linhas traçadas pelo arquiteto em busca de uma ideia ou concepção para desenvolver um projeto.


ANTEPARO. Designação genérica das peças (tabiques, biombos, guarda-corpos, pára-lamas etc.) que servem para proteger ou resguardar alguém ou alguma coisa.


APICOADO. Superfície submetida a desbastamento do qual resulta uma textura rugosa, anti-derrapante. Normalmente feito de pedras.


APLIQUE. Ornamento. Enfeite fixado em paredes ou muros. APRUMAR. Acertar a verticalidade de paredes e colunas por meio do prumo.


ARENITO. Rocha composta de pequenos grãos de quartzo, calcário ou feldspato, usada em pisos externos. Nos pisos internos, o arenito normalmente recebe polimento e rejunte de granilite.


ARGAMASSA. Mistura de materiais inertes (areia) com materiais aglomerantes (cimento e/ou cal) e água, usada para unir ou revestir pedras, tijolos ou blocos, que forma conjuntos de alvenaria. Ex.: argamassa de cal (cal+areia+água). A argamassa magra ou mole é a mistura com menor quantidade de aglomerante (cal e/ou cimento), responsável pela aglutinação. Já a argamassa gorda tem o aglomerante em abundância.


ARGILA EXPANDIDA. São agregados produzidos artificialmente pelo aquecimento de certas argilas em um forno, que se expandem pela retenção de gases formados, no seu interior, durante o aquecimento.


ARMAÇÃO DE AÇO. Conjunto de barras de aço, moldadas conforme sua utilização e parte integrante do concreto armado.


ARMADURA ESTRUTURAL. Conjunto de ferros que ficam dentro do concreto e dão rigidez à obra.


ARQUITETO. Profissional que idealiza e projeta uma construção. Possui a arte da composição, o conhecimento dos materiais e suas técnicas e a experiência na execução de obras.


ARQUITETURA. Arte de compor e construir edifícios para qualquer finalidade, tendo em vista o conforto humano, a realidade social e o sentido plástico da época em que se vive. Uma das artes mais antigas. Escritos medievais são ilustrados com Deus segurando compasso e esquadro, uma alusão ao arquiteto do universo.


ARQUITRAVE. Viga de sustentação que, nas suas extremidades, se apoia em colunas.


ARRIMAR. Apoiar, encostar, escorar. ART. Anotação de Responsabilidade Técnica, segundo as normas vigentes no sistema CONFEA/CREA


ASSENTAR. Colocar e ajustar tijolos, blocos, esquadrias, pisos, pastilhas e outros acabamentos.


ATERRAMENTO ELÉTRICO. Ligação à terra que assegura a fuga das correntes elétricas indesejáveis.


ATERRO. Colocação de terra ou entulho para nivelar uma superfície irregular.


AZULEJO. Ladrilho. Placa de cerâmica polida e vidrada de diversas cores. A origem do azulejo remonta aos povos babilónicos. Com os árabes, os azulejos ganharam maior difusão, marcando fortemente a arquitetura moura na Península Ibérica. Originalmente, os azulejos apresentavam relevos, característica que sobrevive até hoje.


BALANÇO. Saliência ou corpo que se projeta para além da prumada de uma construção, sem estrutura de sustentação aparente.


BALAÚSTRE. Pequena coluna ou pilar que, alinhada lado a lado, sustenta corrimãos e guarda-corpos. Tem origem no latim balaustium, nome da flor de romã, cuja forma inspirou os primeiros balaústres.


BALCÃO. Elemento em balanço, na altura de pisos elevados, disposto diante de portas e janelas. É protegido com grades ou peitoril.


BALDRAME. Designação genérica dos alicerces de alvenaria. Conjunto de vigas de concreto armado que corre sobre qualquer tipo de fundação. Peças de madeira que se apoiam nos alicerces de alvenaria e que recebem o vigamento do soalho.


BANCADA. Mesa de trabalho.


BANDEIRA. Caixilho fixo ou móvel, situado na parte superior de portas e janelas. Pode ser fixo ou móvel, favorecendo a iluminação e a ventilação dos ambientes.


BANGUELA. Queda livre do elevador, pela libertação proposital do freio do tambor.


BARRADO. Lambris, revestimento colocado nas partes inferiores das paredes.


BARROTE. Pequena peça de madeira, chumbada com massa na laje, que permite fixar o piso de tábua. Tem de 3 a 5 centímetros de comprimento e de 2.5 a 3.5 centímetros de altura.


BASALTO. Rocha muito dura, de grão fino e cor escura, usada na pavimentação de estradas e na construção.


BASCULANTE. Sistema empregado em portas e janelas, onde as peças giram em torno de um eixo até atingir a posição perpendicular em relação ao batente ou à esquadria, abrindo vãos para ventilação.


BATE-ESTACAS. Equipamento de cravação de estacas por percussão.


BATENTE. Rebaixo onde a porta ou a janela encaixam-se ao fechar. A folha que fecha primeiro, na portas ou janela.


BEIRAL. Prolongamento do telhado para além da parede externa, protegendo-a da acção das chuvas. As telhas dos beirais podem ser sustentadas por mãos-francesas.


BETONEIRA. Máquina que prepara o concreto ou mistura as argamassas.


BLASTER. Profissional habilitado para a atividade e operação com explosivos.


BLOCO. Designa edifícios que constituem uma só massa construída.


BLOCO CERÂMICO. Elemento de vedação com medida-padrão. Pode ter função estrutural ou não.


BLOCO DE CONCRETO. Elemento de dimensões padronizadas. Tem função estrutural ou decorativa.


BLOCO DE VIDRO. Elemento de vedação que ajuda a iluminar o ambiente.


BLOCO SÍLICO-CALCÁRIO. Mistura de areia silicosa e cal virgem. Tem função estrutural.


BOLEADO. Acabamento abaulado no contorno da superfície de madeira, pedra, plástico ou metal.


BOMBEAMENTO. Transporte do concreto por meio de equipamentos especiais , bombas de concreto, e tubulações metálicas, que conduzem o concreto desde o caminhão betoneira até o local de concretagem.


BOTOEIRA. Dispositivo de partida e parada de máquinas.


BRAÇADEIRA. Peça metálica que, normalmente, segura as vigas ou tesouras do madeiramento. Também fixa peças, como tubos, em paredes.


BRITA (PEDRA BRITADA). Pedra fragmentada. Material obtido por trituração de rocha e classificado segundo a sua granulometria.


CABO-GUIA OU DE SEGURANÇA. Cabo ancorado à estrutura, onde são fixadas as ligações dos cintos de segurança.


CABOS DE ANCORAGEM. Cabos de aço destinados à fixação de equipamentos, torres e outros à estrutura.


CABOS DE SUSPENSÃO. Cabo de aço destinado à elevação de materiais e equipamentos.


CABOS DE TRAÇÃO. Cabos de aço destinados à movimentação de pesos.


CAÇAMBA. Recipiente metálico para conter ou transportar materiais.


CAIAR. Pintar com cal diluída em água.


CAIBRO. Peça de madeira que sustenta as ripas de telhados ou de soalhos. Nos telhados, o caibro assenta nas cumeeiras, nas terças e nos frechais. No soalho, apoia-se nos barrotes.


CAIXA-D'ÁGUA. Depósito de água confeccionado em materiais como concreto armado, fibrocimento, aço ou plástico.


CAIXA DE ESCADA. Espaço, em sentido vertical, destinado à escada.


CAIXILHO. Parte da esquadria que sustenta e guarnece os vidros de portas e janelas.


CAL. Material indispensável à preparação das argamassas. É obtida a partir do aquecimento da pedra calcária a temperaturas próximas dos 1000 graus Celsius, processo que resulta no aparecimento do monóxido de cálcio (CaO) e ganha o nome de cal virgem.


CALAFETAR. Vedar fendas e pequenos buracos surgidos durante a obra.


CALÇO. Acessório utilizado para nivelamento de equipamentos e máquinas em superfície irregular.


CÁLCULO ESTRUTURAL. Cálculo que estabelece a dimensão e a capacidade de sustentação dos elementos básicos de uma estrutura.


CALHA. Canal. Duto de alumínio, ferro galvanizado, cobre, PVC ou latão que recebe as águas das chuvas e as leva aos condutores verticais.


CANALIZADOR. Profissional que executa o projeto hidráulico do engenheiro.


CANTEIRO DE OBRA. Instalações provisórias destinadas a alojamentos, estoque de materiais e equipamentos, almoxarifado, durante a fase de construção da obra.


CANTONEIRA. Peça em forma de L que remata quinas ou ângulos de paredes. Também serve de apoio a pequenas prateleiras.


CAPA. Demão de tinta. Camada de concreto aplicada sobre a pedra que impermeabiliza a superfície.


CAPEAMENTO. Revestimento com pasta de cimento ou de uma mistura composta de material pulverulento e enxofre derretido, que regulariza os topos de um corpo-de-prova com o objetivo de distribuir uniformemente as tensões de compressão axiais.


CAPITEL. Parte superior, em geral esculpida, de uma coluna. Alguns capitéis são simples, pouco ornamentados, a exemplo dos dóricos. Outros, como os jónicos, são rematados com volutas.


CARPINTEIRO. Profissional que trabalha o madeiramento de uma obra.


CASCALHO. Lasca de pedra.


CAT. Comunicação de acidente de trabalho.


CAULINO. Argila branca, rica em carbonato de cálcio, base de extracção de cal.


CAVE. Pequeno espaço situado entre o solo e o primeiro pavimento de uma casa.


CAVILHA. Peça de fixação que serve para manter juntas as peças de madeira, as estruturas de alvenaria, etc. Tem formato cilíndrico-cónico, com uma cabeça numa das extremidades e uma abertura na outra, onde se encaixa a chaveta - um tipo de trava -, que completa a junção.


CEI Cadastro específico do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, referente à obra.


CENTRAL DOSADORA. Local de dosagem ou mistura do concreto por meio de instalações e equipamentos especiais, sendo o mesmo transportado ao local de aplicação por caminhões betoneiras.


CERÂMICA. Arte de fabricação de objetos de argila, tais como tijolos, telhas e vasos. Também refere-se às lajotas usadas em pisos ou como revestimento de paredes.


CHANFRAR. Cortar em diagonal os ângulos retos de uma peça.


CHAPISCAR. Lançar argamassa de cimento e areia grossa contra a superfície para torná-la áspera e facilitar a aderência da primeira camada de argamassa.


CHAVE BLINDADA. Chave elétrica protegida por uma caixa metálica, isolando as partes condutoras do contato elétrico.


CHAVE ELÉTRICA DE BLOQUEIO. É a chave interruptora de corrente.


CHAVE MAGNÉTICA. Dispositivo com dois circuitos básicos, de comando e de força, destinados a ligar e desligar quaisquer circuitos elétricos, com um comando local ou a distância. CHUMBAR. Fixar com cimento.


CIMBRAMENTO. Escoramento e fixação das fôrmas para concreto armado.


CIMENTO. Aglomerante obtido a partir do cozimento de calcários naturais ou artificiais. Misturado com água, forma um composto que endurece em contato com o ar. É usado com a cal e a areia na composição das argamassas. O cimento de uso mais frequente hoje é o Portland, cujas características são resistência e solidificação em tempo curto. Desenvolvido em 1824, por um fabricante inglês de cal, ganhou esse nome porque a sua coloração era semelhante à da terra de Portland. Outros tipos surgem na mistura desse cimento com diversos compostos ou elementos, como o cimento com pó de mármore, que dá uma cor esbranquiçada ao material.


CINTO DE SEGURANÇA TIPO PÁRA-QUEDISTA. É o que possui tiras de tórax e pernas, com ajuste e presilhas.


CLARABÓIA. Abertura no teto da construção, fechada por caixilho com vidro ou outro material transparente, para iluminar o interior.


COBERTURA. Conjunto de madeiramentos e de telhas que serve de proteção à casa.


COBRIMENTO. Espessura de concreto entre a face interna da forma e a armadura. COIFA. Dispositivo destinado a confinar o disco da serra circular.


COLETOR DE SERRAGEM. Dispositivo destinado a recolher e lançar em local adequado a serragem proveniente do corte de madeira.


COLUNA. Elemento estrutural de sustentação, quase sempre vertical. Ao longo da história da arquitetura, assumiu as formas mais variadas e diversos ornamentos. Pode ser de pedra, alvenaria, madeira ou metal e consta de três partes: base, fuste e capitel. Esses elementos aparecem inicialmente nas colunas dóricas e jónicas dos templos gregos. A partir da visão funcionalista do arquiteto suíço Le Corbusier, ainda na primeira metade deste século, as colunas passaram a ser chamadas internacionalmente de pilotis e ganharam formas limpas.


CONCRETO. Mistura de água, cimento, areia e pedra britada, em proporções prefixadas, que forma uma massa compata e endurece com o tempo.


CONCRETO APARENTE. é aquele que não recebe revestimentos.


CONCRETO ARMADO: na sua massa dispõem-se armaduras de metal para aumentar a resistência. Concreto ciclópico tem pedras aparentese e de formas irregulares. Concreto celular é uma variável que substitui a pedra britada por microcélulas de ar, conferindo-lhe grande leveza.


CONCRETO LEVE. É o concreto executado com argila expandida ou poliestireno expandido, e utilizado para enchimentos, isolamento térmico e acústico, divisórias ou em locais onde se deseja reduzir o peso próprio da estrutura.


CONCRETO CELULAR. Trata-se de concreto leve, sem função estrutural, que consiste de pasta ou argamassa de cimento portland com incorporação de minúsculas bolhas de ar. É indicado para isolamento térmico em lajes de cobertura e terraços, enchimentos de pisos e rebaixamento de lajes, fabricação de pré-moldados, etc. O concreto celular possui massa específica variando de 500 kg/m³ a 1800 kg/m³, sendo que o concreto convencional possui massa específica- em torno de 2300 kg/m³.


CONCRETO DE ALTA RESISTÊNCIA. É aquele com valores de resistência acima dos concretos comumente utilizados, ou seja, maiores que 50 MPa. Pode ser obtido utilizando-se cimento, microssílica e aditivos plastificantes, obtendo-se uma relação água/cimento e microssílica (A/c+ms) baixa. Este concreto exige um rigoroso controle tecnológico, tendo como campo de aplicação pilares de edificios, obras marítimas, pisos de alta resistência, reparos de obras de concreto, etc.


CONCRETO PESADO. É obtido utilizando-se agregados com elevada massa específica, tais como: hematita, barita, magnetita. Este tipo de concreto é empregado como anteparo radiativo (salas de raio x, por exemplo).


CONCRETO FLUIDO. Utiliza aditivos superplastificantes, sendo auto-adensável e reduzindo a necessidade de vibração. É indicado para peças de difícil concretagem.


CONCRETO COLORIDO. É obtido pela adição de pigmentos que tingem o concreto, dispensando a necessidade de pintura. É utilizado em pisos, fachadas (concreto aparente), vigas, pilares, lajes ou peças artísticas (monumento).


CONCRETO ROLADO. O concreto rolado é utilizado em pavimentação de ruas, áreas de estacionamento, pisos para postos de gasolina etc, substituindo o asfalto comumente utilizado, sendo mais económico e durável. Possui diversas vantagens em comparação ao asfalto, como: construção: rapidez na execução com a utilização do concreto dosado em central, não exigindo mão-de-obra especializada nem equipamentos sofisticados; economia: custo inicial moderado, pequena necessidade de manutenção e economia de até 30% nas despesas com iluminaçãos juntamente com o pavimento simples.


CONCRETO PROTENDIDO. Concreto armado que, durante sua secagem é mantido sob alta compressão com o auxílio de cabos de aço.


CONCRETO PROJETADO. Concreto que é lançado por um jato com alta velocidade sobre uma superfície, afim de proporcionar a compactação do mesmo.


CONCRETO ARMADO. Associação do concreto com o aço, formando uma armadura.


CONEXÃO DE AUTOFIXAÇÃO. Conexão que se adapta firmamente à válvula dos pneus dos equipamentos para a insuflação de ar.


CONTRA-PISO. Camada, com cerca de 3 centímetros de cimento e areia, que nivela o piso antes da aplicação do revestimento.


CONTRAPINO. Pequena cavilha de ferro, de duas pernas, que atravessa na ponta de um eixo ou parafuso para manter no lugar porcas e arruelas.


CONTRAPLACADO. Chapa de madeira sobreposta e colada sob forte pressão. Tem as mesmas características da madeira em relação à elasticidade e ao peso. Apresenta, porém, maior resistência e homogeneidade, o que permite o fabrico de peças de grandes dimensões.


CONTRAVENTAMENTO. Sistema de ligação entre elementos principais de uma estrutura para aumentar a rigidez do conjunto.


CONTRAVENTOS. Elemento que interliga peças estruturais das torres dos elevadores. CONTRAVERGA. Viga de concreto usada sob a janela para evitar a fissuração da parede. CORRIMÃO. Apoio para a mão colocado ao longo das escadas.


CROMADO. Metal que recebe uma camada de cromo. Elemento metálico, duro, que dá brilho semelhante ao aço inoxidável.


CROQUI. Primeiro esboço de um projeto arquitetônico.


CONSISTÊNCIA. Reserva-se esta nomenclatura em concreto ou argamassa para o grau de umidade de uma mistura intimamente relacionada com o grau de plasticidade da massa, isto é, maior ou menor facilidade de deformar-se sob a ação de cargas.


CONSUMO DE CIMENTO. Quantidade gasta, em massa (kg), para produzir um metro cúbico de concreto.


CORPO-DE-PROVA. Amostra do concreto endurecido, especialmente preparada para testar propriedades como resistência à compressão, módulo de elasticidade, etc.


CUMEEIRA. Parte mais alta do telhado, onde se encontram as superfícies inclinadas (águas). A grande viga de madeira que une os vértices da tesoura e onde se apóiam os caibros do madeiramento da cobertura. Também chamada espigão horizontal.


CUTELO DIVISOR. Lâmina de aço que compõe o conjunto de serra circular que mantém separadas as partes serradas da madeira.


CURA. Molhagem do concreto, após o fim de pega, ou seja, o endurecimento inicial do concreto, a fim de evitar a evaporação da água necessária às reações químicas (hidratação) nas primeiras idades.


DEMÃO. Cada camada de tinta aplicada sobre uma superfície qualquer.


DESMOLDANTE. Substância química utilizada para evitar a aderência do concreto à forma.


DILATAÇÃO. Aumento de dimensão. Aumento do volume dos corpos, principalmente a partir da acção do calor. Os projetos de engenharia e arquitetura trabalham com previsões de dilatação dos materiais e dos elementos envolvidos numa estrutura de construção. Ver Junta de dilatação.


DISPOSITIVO LIMITADOR DE CURSO. Dispositivo destinado a permitir uma sobreposição dos montantes da escada extensível.


DIVISÓRIA. Paredes que separam compartimentos de uma construção. Tapumes, biombos.


DOSAGEM. Proporções dos materiais que compõem o concreto. Estas proporções são definidas experimentalmente, com o objetivo de se obter uma mistura final com características e propriedades preestabelecidas.


DRENAGEM. Escoamento de águas por meio de tubos ou valas subterrâneas, chamados de drenos.


DUTOS TRANSPORTADORES DE CONCRETO. Tubulações destinadas ao transporte de concreto sob pressão.


DUTO. Tubo que conduz líquidos (canos), fios (condutas) ou ar.


EDIFICAÇÃO. Obra, construção.


ELEMENTOS ESTRUTURAIS. Elementos componentes de estrutura (vigas, pilares, lajes, etc).


ELEMENTO VAZADO. Peça produzida em concreto, cerâmica ou vidro, dotada de aberturas que possibilitam a passagem do ar e luz para o interior da casa. Comum em muros, paredes e fachadas.


ELETRICISTA. Profissional encarregado de fazer a instalação elétrica projetada pelo engenheiro.


ELEVAÇÃO. Representação gráfica das fachadas em plano ortogonal, ou seja, sem profundidade ou perspectiva.


ELEVADOR DE MATERIAIS. Cabine para transporte vertical de materiais.


EM BALANÇO. Sem apoio além da prumada.


EMPENA. Cada uma das duas paredes laterais onde se apóia a cumeeira nos telhados de duas águas.


EMPREITADA. Um ou mais profissionais contratados para executar qualquer tipo de obra ou serviço.


EMPURRADOR. Dispositivo de madeira utilizado pelo trabalhador na operação de corte de pequenos pedaços de madeira na serra circular.


ENCASTRADO. Encaixado, embutido.


ENGASTAMENTO. Fixação rígida da peça à estrutura.


ENGENHARIA. Ciência técnica e arte das construções civis. (...)


ENGENHEIRO. Faz os cálculos dos elementos da estrutura da obra, tais como fundações, vigas, pilares e lajes.


ENGENHEIRO ELÉTRICO E HIDRÁULICO. Calcula e projeta as instalações elétricas e hidráulicas, respectivamente, de uma construção.


ENCAIXILHAR. Emoldurar, colocar o caixilho.


ENSAIO. Realização de testes que visam determinar propriedades fisicas ou químicas de um material.


ENTABLAMENTO. Conjunto de molduras usadas para ornamentar a parte superior das fachadas. E.P.I. - Equipamento de Proteção Individual Todo dispositivo de uso individual destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.


EQUIPAMENTO DE GUINDAR. Equipamentos utilizados no transporte vertical de materiais (grua, guincho, guindaste).


ESCAVAÇÃO. Ato de retirar um volume de terra de um local.


ESCORA. Peça metálica ou de madeira que sustenta ou serve de trava a um elemento construtivo quando este não suporta a carga exigida.


ESCORAMENTO. Reforços executados na forma para que suporte o seu próprio peso e também do concreto fresco lançado, garantindo uma perfeita moldagem da peça concretada.


ESMALTE. Substância vítrea aplicada sobre metais, cerâmicas e porcelanas. Tinta oleosa usada especialmente nas esquadrias e nos caixilhos de metal.


ESPELHADO. Superfície polida, de modo a adquirir a aparência lisa e cristalina do espelho.


ESPELHO. Face vertical do degrau de uma escada. Placa que veda e decora o interruptor de luz de um ambiente.


ESPIGÃO. Ponto culminante de um telhado. Linha que divide as águas de uma cobertura. Prédio muito alto.


ESQUADRIA. Qualquer tipo de caixilho usado numa obra, como portas, janelas, etc.


ESTABILIDADE GARANTIDA. Entende-se como a característica relativa a estruturas, taludes, valas e escoramentos ou outros elementos que não ofereçam risco de colapso ou desabamento, seja por estarem garantidos por meio de estruturas dimensiomadas para tal fim ou porque apresentam rigidez decorrente da própria formação.


ESTACA. Peça longa, geralmente de concreto armado, que é cravado nos terrenos. Transmite o peso da construção para as partes subterrâneas - e mais resistentes.


ESTACA BROCA. Usada em fundações de casas simples, em terrenos que suportam pouco peso e quando a perfuração do solo é feita manualmente, com o auxílio de um instrumento chamado trado. A estaca do tipo broca é cravada em pequena profundidade, no máximo até 4 metros, que serão preenchidos com concreto


ESTACA STRAUSS. Quando a perfuração é feita com um aparelho chamado strauss - daí o nome da estaca. Esse tipo de estaca deve ser cravado numa profundidade de até 8 metros.


ESTANQUE. Propriedade do sistema de vedação que não permite a entrada ou saída de líquido.


ESTAIAMENTO. Utilização de tirantes sob determinado ângulo, para fixar os montantes da torre.


ESTRADO. Estrutura plana, em geral de madeira, colocada sobre o andaime.


ESTRIBO DE APOIO. Peça metálica, componente básico de andaimes suspensos leve que serve de apoio para seu estrado.


ESTRONCA. Peça de esbarro ou escoramento com encosto destinado a impedir deslocamento.


ESTRUTURA. Conjunto de elementos que forma o esqueleto de uma obra e sustenta paredes, telhados ou forros.


ESTUDO GEOTÉCNICO. São os estudos necessários à definição de parâmetros do solo ou rocha, tais como sondagem, ensaios de campo ou ensaios de laboratório.


ESTUDO PRELIMINAR. Quando se verifica a viabilidade de uma solução que dá diretrizes ou orientações ao ante-projeto.


ETAPAS DA EXECUÇÃO DA OBRA. Sequência física, cronológica, que compreende uma série de modificações na evolução da obra.


EXPLOSIVO. Produto que sob certas condições de temperatura, choque mecânico ou ação química se decompõe rapidamente para libertar grande3s volumes de gases ou calor intenso.


ESTUQUE. Massa à base de cal, gesso, areia, cimento e água, usada no revestimento de paredes e de forros. Toda a argamassa de revestimento, geralmente acrescida de gesso ou pó de mármore. Também usada para fazer forros e ornatos.


FACHADA. Cada uma das faces de qualquer construção.


FERREIRO. Profissional responsável pelo corte e pela armação dos ferros de uma construção.


FIADA. Fileira horizontal de pedras ou de tijolos de mesma altura que entram na formação de uma parede.


FIBROCIMENTO. Material que resulta da união do cimento comum com fibras de qualquer natureza - a mais frequente é a fibra do amianto.


FILETE. Moldura estreita, friso.


FISSURA. Corte superficial no concreto ou na alvenaria.


FISSURAÇÃO. São pequenas rupturas que aparecem no concreto que podem ser provocadas por atuação de cargas ou por retração devido à rápida evaporação da água.


FORMA. Elemento montado na obra para fundir o concreto, dando formas definitivas a vigas, pilares, lajes, etc., de concreto armado, que irão compor a estrutura da construção. Em geral, são de madeira ou de metal.


FORRO. Material que reveste o teto, promove o isolamento térmico entre o telhado e o piso. Pode ser de madeira, gesso, estuque, placas fibrosas, tecidos, etc.


FOSSA SÉPTICA. Cavidade subterrânea, feita de cimento ou de alvenaria, onde os esgotos são acumulados, sendo posteriormente encaminhados a uma nova fossa ou à rede de esgotos.


FRECHAL. Componente do telhado. Viga que assenta sobre o topo da parede, servindo de apoio à tesoura.


FRESCO. Técnica de pintura usada na Renascença Italiana. Trabalha o revestimento ainda húmido de paredes e tetos, permitindo a absorção da tinta.


FUNDAÇÃO (OU ALICERCE). Conjunto de estacas e sapatas responsável pela sustentação da obra. Há dois tipo de fundação rasa, ambas indicadas para terrenos firmes: a sapata isolada, que é composta por elementos de concreto de forma piramidal, construídos nos pontos que recebem a carga dos pilares e interligados por baldrames; e a sapata corrida, constituída por pequenas lajes armadas, que se estendem sob a alvenaria e recebem o peso das paredes, distribuindo-o por uma faixa maior do terreno. Para terrenos mais difíceis, existem as fundações profundas, como as estacas tipo broca ou tipo strauss.


FUSTE. Parte intermédia de uma coluna, entre a base e o capitel.


GABARITO. Marcação feita com fios nos limites da construção antes do início das obras. O encontro de dois fios demarca o lugar dos pilares.


GALVANIZAR. Dourar ou pratear. Recobrir uma superfície com metal para preservá-lo da corrosão.


GEMINADA. Referência a duas casas unidas por uma mesma parede.


GESSO. Pó de sulfato de cálcio que misturado à água forma uma pasta compacta, usada no acabamento de tetos e paredes.


GRANILITE. Mistura de cimento (geralmente branco), pó de mármore e rochas minúsculas, usada para revestir paredes e pisos. Executado no próprio local da aplicação, exige o uso de juntas de dilatação.


GRANITO. Rocha cristalina formada por quartzo, feldspato e mica. Muito usado para revestir pisos. Existem diversas cores de granito e, muitas vezes, o seu nome deriva da sua cor ou do local onde fica a jazida.


GUARDA-CORPO. Grade ou balaustrada de proteção usada em balcões, janelas, sacados ou varandas. GUIA. Peça de pedra ou de concreto que delimita a calçada da rua. Peça que direciona o sentido de movimento das peças móveis, como as portas de correr.


HALL DE ENTRADA. Patamar de acesso ao interior da casa.


HIDRATAÇÃO. Especificamente sobre o cimento, refere-se à combinação da água com seus compostos cujas reações iniciam o processo de endurecimento.


ILUMINAÇÃO. Arte de distribuir luz artificial ou natural num espaço.


IMPERMEABILIZAÇÃO. Conjunto de providências que impede a infiltração de água na estrutura construída.


IMPLANTAÇÃO. Criação de traços no terreno para demarcar a localização exata de cada parte da construção. Ver Gabarito.


INCRUSTAÇÃO. Adorno que destaca composições com elementos embutidos ou incrustados.


INFILTRAÇÃO. Ação de líquidos no interior das estruturas construídas. Existem dois tipos básicos: de fora para dentro, quando se refere aos danos causados pelas chuvas ou pelo lençol freático; e de dentro para fora, quando a construção sofre os efeitos de vazamentos ou problemas no sistema hidráulico.


INOXIDÁVEL. Refere-se aos metais submetidos a processos que impedem a oxidação ou a ferrugem.


INSOLAÇÃO. Quantidade de energia térmica proveniente dos raios solares recebida por uma construção.


ISOLAMENTO. Recurso para resguardar um ambiente do calor, do som e da umidade.


JANELA. Abertura destinada a iluminar e ventilar os ambientes internos, além de facilitar a visão do exterior.


JUNTA. Articulação. Linha ou fenda que separa dois elementos diferentes mas justapostos.


JUNTA DE DILATAÇÃO. Recurso que impede rachaduras ou fendas. São réguas muito finas de madeira, metal ou plástico que criam o espaço necessário para que os materiais como concreto, cimento, etc. se expandam sem danificar a superfície.


LADRILHO. Peça quadrada ou retangular, com pouca espessura, de cerâmica, barro cozido, cimento, mármore, pedra, arenito ou metal.


LAJE. Estrutura plana e horizontal de pedra ou betão armado, apoiado em vigas e pilares, que divide os pavimentos da construção.


LAMBRIS. Faixas inferiores das paredes (rodapés).


LANÇAMENTO. Modo de transporte e colocação do concreto na forma a ser concretada.


LENÇOL FREÁTICO. Camada onde se acumulam as águas subterrâneas.


LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO. Refere-se à análise e descrição topográfica de um terreno. LONGARINA. Viga de sustentação em que se apóiam os degraus de uma escada ou uma série de estacas.


LUNETA. Abertura de forma circular, envidraçada, colocada no topo de janelas e portas. Também é um tipo de abóbada.


MÃO-FRANCESA. Série de tesouras. Escora. Elemento estrutural inclinado que liga um componente em balanço à parede, diminuindo o vão livre no pavimento inferior. MARCAÇÃO. Primeira fiada de bloco ou tijolo para marcar o alinhamento das paredes.


MARCENEIRO. Profissional que realiza o trabalho da madeira na obra ou na confecção de móveis.


MARCO. Parte fixa das portas ou janelas que guarnece o vão e recebe as dobradiças.


MÁRMORE. Rocha cristalina e compacta. Tem bom polimento e pouca resistência ao calor. Reveste pisos e paredes e também guarnece bancas de cozinha e casas-de-banho.


MARQUISE. Pequena cobertura que protege a porta de entrada. Cobertura, aberta lateralmente, que se projeta para além da parede da construção.


MASSA ESPECÍFICA. É a relação entre a massa e o volume (m/v).


MASSA. Argamassa usada no assentamento ou revestimento de tijolos.


MEIA-PAREDE. Parede que não fecha totalmente o ambiente, usada como divisória.


MEMÓRIA DESCRITIVA. Descrição de todas as características de um projeto arquitetônico, especificando os materiais que serão necessários à obra, da fundação ao acabamento.


MESTRE-DE-OBRAS. Profissional que dirige os operários numa obra.


MICROSSÍLICA. É um subproduto da indústria de ferro-ligas e consiste de partículas extremamente pequenas de sílica amorfa, ou seja, 100 vezes menor que o grão de cimento.


MOLDAGEM. Especificamente sobre concretos ou argamassas de cimento portland, refere- se a procedimento normalizado de confeccionar corpos-de-prova.


MONTANTE. Moldura de portas, janelas, etc. Peça vertical que, no caixilho, divide as folhas da janela.


MOSAICO. Trabalho executado com caquinhos de vidro ou pequenos pedaços de pedras e de cerâmicas incrustados em base de argamassa, estuque ou cola.


MURO DE CONTENÇÃO. Usado para contenção de terras e de pedras de encostas.


NÁILON. Fibra têxtil sintética, elástica e resistente a agentes atmosféricos.


NICHOS DE CONCRETAGEM. Falhas de concretagem que ocasionam buracos no concreto, devido, principalmente, à falta de vibração.


NÍVEL. Instrumento que verifica a horizontalidade de uma superfície, a fim de evitar ondulações em pisos e contra-pisos.


NIVELAR. Regularizar um terreno por meio de aterro ou escavação. NORMA TÉCNICA. Regra que orienta e normaliza a produção de materiais de construção.


OMBREIRA (OU UMBRAL). Cada uma das peças verticais de portas e janelas responsáveis pela sustentação das vergas superiores.


ORIENTAÇÃO. Posição da casa em relação aos pontos cardeais. ORNATO. Adorno. Elemento com função decorativa.


OXIDAÇÃO. Ferrugem. Processo em que se perde o brilho pelo efeito do ar ou por processos industriais.


PALAFITA. Conjunto de estacas que sustenta a construção acima do solo nas habitações lacustres.


PARAPEITO. Peitoril. Proteção que atinge a altura do peito, presente em janelas, terraços, sacados, patamares, etc. Diferencia-se do guarda-corpo por se tratar de um elemento inteiro, sem grades ou balaústres.


PAREDE. Elemento de vedação ou separação de ambientes, geralmente construído em alvenaria.


PARQUET. Piso feito da composição de tacos, que formam desenhos a partir da mistura de tonalidades de várias madeiras.


PASSADIÇO. Corredor, galeria ou ponte que liga dois setores ou alas de uma construção.


PASTILHA. Pequena peça de revestimento, quadrada ou hexagonal, feita de cerâmica, porcelana ou vidro.


PATAMAR. Piso que separa os lances de uma escada.


PATINE. Efeito oxidado, obtido artificialmente por meio de pintura ou pela ação do tempo, que dá aspecto antigo às superfícies.


PAVIMENTO. Andar. Conjunto de dependências de um edifício situadas num mesmo nível. Ver Piso.


PEANHA. Pequeno pedestal, que apóia vasos e esculturas, em balanço em relação à parede.


PÉ-DIREITO. Altura entre o piso e o teto.


PEDRA. Corpo sólido extraído da terra, ou patido de rochedo, que se emprega na construção de edifícios, no revestimento de pisos e em peças de acabamento.


PEDREIRO. Profissional encarregado de preparar a alvenaria.


PEITORIL. Base inferior das janelas que se projeta além da parede e funciona como parapeito.


PÉRGOLA. Proteção vazada, apoiada em colunas ou em balanço, composta por lementos paralelos feitos de madeira, alvenaria, concreto, etc.


PERSIANA. Caixilho formado por tábuas de madeira, tiras plásticas, metálicas ou têxteis. São estreitas, horizontais e móveis para ventilar e regular a entrada de raios solares.


PERSPECTIVA. Desenho tridimensional de fachadas e ambientes.


PH Escala que mede o grau de acidez de diversas substâncias.


PICHE. Substância negra, resinosa, pegajosa, obtida da destilação do alcatrão ou da terebintina. Serve para impermeabilizar superfícies.


PIGMENTOS. Material bastante fino adicionado ao concreto para lhe dar cor.


PILAR. Elemento estrutural vertical de concreto, madeira, pedra ou alvenaria. Quando é circular, recebe o nome de coluna.


PILOTIS. Conjunto de colunas de sustentação do prédio que deixa livre o pavimento térreo.


PINTOR. Profissional encarregado de preparar e aplicar a tinta nas superfícies que vão receber pintura.


PISO. Base de qualquer construção. Onde se apoia o contra-piso. Andar. Pavimento.


PLAINA. Instrumento usado para desbastar, aplainar ou tirar irregularidades da madeira.


PLANTA. Representação gráfica de uma construção onde cada ambiente é visto de cima, sem o telhado.


PLANTA ISOMÉTRICA. Tipo de perspectiva em que o desenho reproduz todos os elementos do projeto, com pontos de fuga. Muito usada para mostrar instalações hidráulicas.


POÇO ARTESIANO. Perfuração feita no solo para encontrar o veio de água subterrâneo.


POLICARBONATO. Material sintético, transparente, inquebrável, de alta resistência, que substitui o vidro no fecho de estruturas. Garante luminosidade natural ao ambiente.


POLIESTIRENO EXPANDIDO. Comumente conhecido por isopor, é composto de um polímero de estireno que contém um agente de expansão, constituindo-se de cerca de 98% de ar e 2% de poliestireno.


POLIR. Lustrar uma superfície. São comuns os polimentos das pedras usadas nos revestimentos de paredes e pisos.


PORTA. Abertura feita nas paredes, nos muros ou em painéis envidraçados, rasgada até ao nível do pavimento, que serve de vedação ou acesso a um ambiente.


POSTIGO. Pequena abertura ou fresta. Pequeno vão feito a meia altura de uma parede que permite a passagem de objetos de uma divisão para outra. Portinhola aberta sobre a folha de uma porta maior.


POZOLANA. Material silicoso ou sílico-aluminoso que, quando finamente moído e na presença de água, reage com hidróxido de cálcio formando compostos com propriedades cimentícias.


PRÉ-FABRICADO. Qualquer elemento produzido ou moldado industrialmente, de dimensões padronizadas. O seu uso tem como objetivo reduzir o tempo de trabalho e racionalizar os métodos construtivos.


PROJETO. Plano geral de uma construção, reunindo plantas, cortes, elevações, pormenorização de instalações hidráulicas e elétricas, previsão de paisagismo e acabamentos.


PROJETO ESTRUTURAL. Especificações técnicas dadas pelo calculista.


PRUMADA. Posição vertical da linha do prumo. Também denomina a linha das paredes de uma construção.


PRUMO. Nome do aparelho que se resumo a um fio provido de um peso numa das extremidades. Permite verificar por paralelismo a verticalidade de paredes e colunas.


REBOCO. Revestimento de parede feito com massa fina, podendo receber pintura diretamente ou ser recoberto com massa corrida.


REFRATÁRIO. Qualidade dos materiais que apresentam resistência a grandes temperaturas.


RÉGUA. Prancha estreita e comprida de madeira. Perfil quadrado de alumínio que nivela pisos e paredes, enquanto a massa ainda está mole.


REMATE. Finalizar um serviço na fase de acabamento da obra.


RESISTÊNCIA DO CONCRETO À COMPRESSÃO. Esforço resistido pelo concreto, estimado pela ruptura de corpos-de- prova cilíndricos em prensas especiais.


REVESTIMENTO. Designação genérica dos materiais que são aplicados sobre as superfícies toscas e que são responsáveis pelo acabamento.


RODAPÉ. Faixa de protecção ao longo das bases das paredes, junto ao piso. Os rodapés podem ser de madeira, cerâmica, pedra, mármore, etc.


SACADA. Pequena varanda. Qualquer espaço construído que faz uma saliência sobre o paramento da parede. Balcão de janela rasgada até ao chão com peitoril saliente. Ver Balcão.


SAIBRO. Areia grossa, encontrada em jazidas próprias, de cor avermelhada ou amarelo-escura. Pode ser usada na composição de argamassas.


SAPATAS. Parte mais larga e inferior do alicerce. Há dois tipos básicos: a isolada e a corrida. A primeira é um elemento de concreto de forma piramidal construído nos pontos que recebem a carga dos pilares. Como ficam isoladas, essas sapatas são interligadas pelo baldrame. Já a sapata corrida é uma pequena laje armada colocada ao longo da alvenaria que recebe o peso das paredes, distribuindo-o por uma faixa maior de terreno. Ambos os elementos são indicados para a composição de fundações assentes em terrenos firmes.


SARRAFO. Ripa de madeira, com largura entre 5 e 20 centímetros e espessura entre 0.5 e 2.5 centímetros.


SERVENTE. Auxiliar dos profissionais que trabalham nas obras.


SEIXO ROLADO. Pedra de formato arredondado e superfície lisa, características dadas pelas águas dos rios, de onde é retirada. Existem também seixos obtidos artificialmente, rolados em máquinas.


SEGREGAÇÃO. Mistura heterogênea. Fato que também ocorre com misturas de concreto por excesso de vibração durante o adensamento ou lançamento em alturas elevadas.


SIFÃO. Peça formada por um compartimento que retém água, encontrado na saída das bacias sanitárias, nos ralos sifonados e em caixas de inspeção nas redes de esgotos.


SILICONE. Material usado na vedação, na adesão e no isolamento de qualquer superfície (cimento, vidro, azulejo, bloco, cerâmica, madeira, etc.) que exija proteção contra infiltrações de água.


SOLEIRA. A parte inferior do vão da porta no solo. Também designa o remate na mudança de acabamento de pisos, mantendo o mesmo nível, e nas portas externas, formando um degrau na parte de fora.


SOALHO. Piso de madeira de tábuas corridas.


SÓTÃO. Divisão que surge dos desníveis do telhado no último pavimento de uma construção.


TÁBUA. Peça de madeira plana e delgada, própria para pisos.


TÁBUA CORRIDA. Piso de tábuas encaixadas em geral largas e contínuas. Ver Soalho.


TACO. Cada uma das pequenas peças de madeira que formam o parquet.


TALUDE. Rampa. Inclinação de um terreno em conseqüência de uma escavação. TAPUME. Vedação provisória feita de tábuas que separa a obra da rua.


TELHADO. Cobertura de uma edificação.


TELHA. Cada uma das peças usadas para cobrir as construções. As telhas têm formas variadas e podem ser de barro, cerâmica, chumbo, madeira, pedra, cimento-amianto, alumínio, ferro, policarbonato, vidro, manta asfáltica, etc. Cada inclinação de telhado requer um tipo de telha. Ex: Capa-canal, colonial, francesa, vã, etc.


TERÇA. Viga de madeira que sustenta os caibros do telhado. Peça paralela à cumeeira e ao frechal.


TERRAÇO. Cobertura plana. Galeria descoberta. Espaço aberto ao nível do solo ou em balanço.


TERRACOTA. Argila modelada e cozida. Também designa nuances do marrom que lembram a cor da terra.


TERRAPLANAGEM. Preparação do terreno para receber a construção.


TERRENO. Lote. Espaço de terra sobre a qual vai assentar a construção.


TESOURA. Armação de madeira triangular, usada em telhados que cobrem grandes vãos, sem o auxílio de paredes internas.


TEXTURA. Efeito plástico. Massa, tinta, ou qualquer material empregado para revestir uma superfície, deixando-a áspera.


TIJOLO. Peça de barro cozido usada na alvenaria. Tem forma de paralelepípedo retangular com espessura igual a metade da largura, que, por sua vez, é igual a metade do comprimento. Os tijolos laminados são produzidos industrialmente.


TIRANTE. Viga horizontal (tensor) que, nas tesouras, está sujeita aos esforços de tração. Barra de ferro, cabo de aço ou qualquer outro elemento que se presta aos esforços de tração.


TOPOGRAFIA. Análise e representação gráfica detalhada de um terreno que direciona toda a implantação da construção. Ver Implantação.


TOPÓGRAFO. Profissional que estuda os níveis e as características do terreno para ajudar o arquiteto e o engenheiro no seu trabalho.


TRAÇO. Especificamente em relação a misturas compostas de cimento Portland ou outro tipo de aglomerante, é a forma de exprimir a proporção entre os componentes dessas misturas.


TRELIÇA. Armação formada pelo cruzamento de ripas de madeira. Quando tem função estrutural, chama-se viga treliça e pode ser de madeira, metal ou alumínio.


URBANISMO. Técnica de organizar as cidades com o objetivo de criar condições satisfatórias de vida nos centros urbanos.


USUCAPIÃO. Instrumento legal que possibilita o acesso à propriedade da terra pela posse.


VALA. Escavação estreita e longa feita no solo para escoar águas residuais ou pluviais e também para a execução de baldrames e de instalações hidráulicas ou elétricas.


VÃO. Abertura ou rasgo numa parede para a colocação de janelas ou portas.


VEDAÇÃO. Ato de vedar. Fechar.


VERNIZ. Solução composta de resinas sintéticas ou naturais que trata e protege a madeira e o concreto armado.


VIDRO ARMADO. Aquele que tem uma trama de arame no seu interior para torná-lo mais resistente.


VIDRO TEMPERADO. Aquele que passa por um tratamento especial de aquecimento e rápido arrefecimento para torná-lo mais resistente a impactos.


VIGA. Elemento estrutural de madeira, ferro ou concreto armado responsável pela sustentação das lajes. A viga transfere o peso das lajes e dos demais elementos (paredes, portas, etc.) para as colunas.


VIGOTA. Pequena viga.


VINIL. Tipo de plástico apropriado para revestir e paredes.


VITRIFICADO. Material que assume a aparência do vidro. Muitas vezes, resulta da aplicação de uma camada de vidro sobre outro material.


VOLUMETRIA. Conjunto de dimensões que determinam o volume de uma construção, dos agregados, da terra retirada ou colocada no terreno, etc.


VOLUTA. Ornato em forma de espiral que aparece nos capitéis de colunas clássicas, especialmente nas jônicas.


ZARCÃO. Subproduto do chumbo, de cor alaranjada. Evita a ferrugem.


ZINCADO. Material que foi revestido de zinco. O revestimento de chapas de ferro dá origem às telhas de zinco usadas em coberturas ou telhados quase planos, com pouca inclinação.

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